
Já agora podiam oficializar a coisa e marcar a abertura do ano lectivo sempre a 16 de Setembro, depois as escolas abriam no dia que lhes desse mais jeito. Que tal?
Quanto ao terrorismo os papeis inverteram-se, agora é o estado que exerce terrorismo sobre a população, principalmente nos professores e respectivas famílias. Neste momento milhares de docentes ainda não sabem se vão ou não trabalhar, onde, como, com quem e em que condições.